Dias ruins
que hão de vir.
Ou os que se foram,
em voo de papel solto
no prazer de vento quente.
Por si mesmo, o ser humano
deve dar crédito a dias melhores
e a bendizer a Deus por atribulações
que vieram e voaram, deixando
a eficácia da graça cá dentro, ardente.
que hão de vir.
Ou os que se foram,
em voo de papel solto
no prazer de vento quente.
Por si mesmo, o ser humano
deve dar crédito a dias melhores
e a bendizer a Deus por atribulações
que vieram e voaram, deixando
a eficácia da graça cá dentro, ardente.
JN. Dantas de Sousa Eurides