Na janela do primeiro andar,
a flor, menina-moça, reverbera
raios solares em olhos sonolentos.
a flor, menina-moça, reverbera
raios solares em olhos sonolentos.
Linda flor a sorrir para quem se aliar
a ela. Alma, ela já é, aspirando
fragrância de poesia a um poeta árido,
à espera de fotografar cena de lirismo.
Trepadeiras sobre o muro
bem unidas nos separam.
Ainda que sua invisível dona
bem unidas nos separam.
Ainda que sua invisível dona
a zele com cuidado e carinho,
a Flor poética, a sós, afoita,
a Flor poética, a sós, afoita,
imprudente e brejeira feminina,
em meio à ventania me acenou.
JN. Dantas de Sousa, Eurides