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Flor poética (Dantas de Sousa) - poema

Na janela do primeiro andar, 
a flor, menina-moça, reverbera
raios solares em olhos sonolentos.
Linda flor a sorrir para quem se aliar 
a ela. Alma, ela já é, aspirando
fragrância de poesia a um poeta árido,
à espera de fotografar cena de lirismo. 

Trepadeiras sobre o muro 
bem unidas nos separam.
Ainda que sua invisível dona 
a zele com cuidado e carinho,
a Flor poética, a sós, afoita, 
imprudente e brejeira feminina,
em meio à ventania me acenou.    

JN. Dantas de Sousa, Eurides

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