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Se não há solução, pare e leia (Dantas de Sousa) - ideia

        Parecem viver numa crise sem fim os enfrentadores de situação ruim. Para eles, não há mais solução, não há mais saída. E se acham na fila da fragilidade humana. São indivíduos, assim, fáceis de cair nos braços dos automotivadores, para venderem seus livros. São alvos de doutrinas espiritualistas, gnósticas, satânicas, pregadas por espertalhões curadores de almas. Há inumeráveis casos, ocorrendo no cotidiano.
    Muitos perdem tempo e dinheiro à procura de resolverem seus problemas existenciais. Atiram-se a ciladas, armadilhas maléficas, às quais só lhes prolongam dores, só os levam a viver se lastimando. Tornam-se, naturalmente, indivíduos estressados. Tornam-se seres humanos ingênuos, a se converterem peregrinos de consultórios para “espiritualóides”. Ou se tornam pseudoleitores de palavras positivas, de textos sem clareza, produtos carentes da permanente energia espiritual divina.
      E o mundo hodierno se encontra cheio de indivíduos catastróficos, a viverem se comportando nesses ideais e ideologias desumanos.
    A falta de confiança em Deus Pai, onipotente onipresente, onisciente, é a maior causa desse mal humano. No entanto, muitos se esquecem da Soberania Divina. Não confiam na Vontade Divina, porém se apoiam na própria vontade, ou na vontade de um ser falível, pecador. Assim, descreem na confiança da Divina Providência ser benéfica para a solução de qualquer problema terreno. Até mesmo enquanto você dorme. Se Deus - Pai, Filho, Espírito Santo - não dorme, Ele pode agir a favor dos seres humanos.
    Deus é cioso de nossa felicidade. Conhece o que desejamos. Os indivíduos, que fogem dEle, perdem a lucidez da vida e deixam-se vagar em interpretações inúteis de leituras por homens falíveis. Já o perfeito cristão é simples, humilde e faz a vontade de Deus, abraça a Sua verdade. Desfruta de uma calma imperturbável, já que conhece a medida do amor de Deus.
     Logo, fé e razão tornam criaturas humanas amadurecida. Elas existem para desenvolver a inteligência de quem deseja ter felicidade, ou dos que, repito, se acham na fila da fragilidade humana.

JN, jan. 2024 d. C. Dantas de Sousa, Eurides

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